A cidade e as duas Grandes Guerras

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Assim como outras cidades francesas, Étretat sofreu os impactos das duas Grandes Guerras



Assim como outras cidades francesas, Étretat sofreu os impactos das duas Grandes Guerras passando de estação balneária a uma verdadeira fortaleza ocupada pelos alemães.

Durante a Primeira Guerra Mundial, de 1914 a 1918, funcionou na cidade um hospital britânico e, depois, um hospital americano.

Durante a Segunda Guerra, de 1942 a 1944, foi criado o muro do Atlântico, um sistema de defesa fixo, composto sobretudo por baterias de artilharias costeiras, postos de tiro, bunkers, ninhos de metralhadoras, estações de radares e campos minados que se estendiam da fronteira franco-espanhola até a Noruega. Era uma linha intransponível destinada a barrar o inimigo ainda no mar.

Em 1944 foi implantado um canhão no jardim de uma das villas e, para deixar o ângulo de tiro livre, outras vilas à beira-mar, bem como um hotel foram destruídos.

Na praia, haviam obstáculos de todos os tipos, bem como 1500 minas enterradas. Entre as falésias de Aval e Amont foram construídos 19 bunkers em cimento.

Atualmente ainda se vê um bunker, perto da Falésia de Aval. É composto por uma casamata destinada a um canhão de 5cm, um posto de observação ligado por um túnel e um ninho de metralhadora.

As tropas da ocupação só deixaram a cidade em 31 de agosto de 1944, sendo que as tropas britânicas chegaram no dia 2 de setembro, marcando o fim da ocupação alemã. Começaria uma longa época da reconstrução.

*alguns trechos foram traduzidos dos painéis explicativos colocados sobre o bunker

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